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A Liberdade de Expressão na Maior Disputa Eleitoral de Todos os Tempos

Por Leonardo Moreira Pereira

 

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LEONARDO PEREIRA é Advogado graduado pela PUC de Minas Gerais. Possui pós-graduação em Direito Público e em Direito Privado, ambas pelo Instituto Metodista Isabela Hendrix. Mestre em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito Milton Campos. Ex-Diretor de Ensino do Praetorium, Instituto de Pesquisa, Ensino e Atividade de Extensão em Direito. Atualmente é Diretor Acadêmico do IOB Concursos Marcato.

 

 

Acompanhamos muito de perto as recentes trocas de farpas, para não dizer ofensas, dos candidatos à Presidência da República no segundo turno do pleito de 2014 e, com o resultado definido, podemos nos perguntar quais seriam os limites morais da chamada Liberdade de Expressão.

 

Antes porém, é interessante lembrar a razão do cuidado que temos com o referido direito, pois foi com o Estado Novo que o direito de se expressar livremente foi cerceado, sendo excluído do texto constitucional, dando espaço para a censura se instalar. Termo pouco conhecido por muitos dos jovens de hoje, a censura representa a vigília e o impedimento do pensamento nos casos em que este contrarie a ideologia governamental.

 

Sobre o pensamento e a política, com alguma tranquilidade conseguimos entender que tudo pode ser interpretado como sendo de cunho político e logo, censurável. Vejamos: discussões sobre aborto: consigo identificar o cunho político nelas. Debates filosóficos, nem preciso contextualizar. Temáticas religiosas, a julgar pelo tipo de orientação do Estado, muito mais. Assim entendo alcançar a sua visão, enquanto leitor, do poder da censura. Tudo de tudo pode ser limitado, extirpado de seu domínio cultural. A longo prazo, podemos dizer que o que você lê e pensa é só e exatamente aquilo que interessa ao Estado que você saiba. Claro, essa é uma visão simplista e rasa, usada só para provocar o leitor a raciocinar sobre o lado nefasto da adoção de tais medidas.

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E vindo de um período de tantas restrições inauguradas pelo Estado Novo e levadas à cabo pelo Regime Militar, natural que o Brasil caminhasse para um período de redemocratização e reconquista dos direitos, razão pela qual nossa CF também é chamada de Constituição Cidadã, preservando e garantindo como princípios máximos, os direitos e garantias fundamentais do homem. Assim podemos perceber na leitura de alguns trechos da CF (não estou lendo a CF em tiras… apenas fazendo menção a alguns trechos inspiradores):

 

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
[...]
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

 

E foi em 2009 que mesmo sob o manto da Liberdade, que o STF derrubou a Lei de Imprensa, um dos últimos manifestos do Regime Militar ainda em vigor no país, por entender que seu texto e objetivos eram incompatíveis com a democracia. E vejam como começava bem o texto…

 

Art. 1º É livre a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de informações ou idéias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada um, nos termos da lei, pelos abusos que cometer.

 

Mas logo na sequência, dava o tom esperado pela nefasta ideologia controladora (destaque para a generalidade do termo subversão da ordem política)

§ 1º Não será tolerada a propaganda de guerra, de processos de subversão da ordem política e social ou de preconceitos de raça ou classe.

 

O texto prova que a manifestação do poder revestir-se de intenção democrática mas apresentar-se de modo imperativo (lembrem da Constituição de Weimar).

Mas sob o manto da Constituição de 1988, passamos a reexperimentar a liberdade de falar, manifestar nossas ideias, mesmo em locais públicos, sem sermos perseguidos por isso. Usamos gradativamente nosso direito como meio de buscar a verdade, perseguindo a ideia de que toda a verdade deveria ser dita e conhecida.

 

Só que a sociedade tende ao abuso, sendo por isso o Direito necessário para limitar a ação do homem. Mas qual o propósito dessa introdução? Ambos candidatos levaram o nível dos debates aos mais baixos patamares, não poupando a sociedade do show de horrores.

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Do ponto de vista legal, o Direito os limita na linha dos crimes contra a honra (calúnia, injúria e difamação) ao passo que do ponto de vista moral, precisamos refletir sobre o que queremos ver e compartilhar, como um exercício ético social. Por exemplo: precisamos saber tudo o que diz respeito ao financiamento de campanhas? Entendo que certamente. É necessário que fatos ou opções da vida pessoal de um candidato sejam trazidos para o nível do debate político? Não entendo como oportuno.

 

Somos como o que prevê o ditado “quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza”. A liberdade de expressão política deveria se limitar aos fatos da vida pública do candidato, buscando oferecer ao processo democrático, mecanismos para que a escolha de nossos representantes digam respeito ao conhecimento das atividades profissionais, conchavos, posicionamento do político em relação à como votaram nesse ou naquele assunto de interesse da sociedade.

 

Tal liberdade de expressão na política, se colocada em uma coqueteleira, seria uma bebida feita à base de compromisso moral, suporte ético, respeito às regras constitucionais e também de embasamento na Lei da Ficha Limpa. Ou seja, um Raio X dos candidatos dito à luz da verdade comprovada.

 

 

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Dicas para gabaritar inglês em concursos

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Dedicação, preparo e muita leitura. Esses são os principais requisitos para o sucesso de um prova de inglês. Decorar as principais regras gramaticais deixou de ser prioridade e o candidato deve dominar o idioma de modo geral e não, apenas, uma estrutura.

 

Questões do tipo “Identifique as orações que estejam no Present Perfect” ou “Complete as sentenças com a forma correta do verbo Present Simple” são raras, afirma Denilso de Lima, professor de inglês, autor e criador do site Inglês na Ponta da Língua.

 

Para o especialista, esses tipos de enunciados simplistas são encontrados apenas em cursos de inglês e exames que estão mais preocupados em avaliar o conhecimento gramatical do candidato, do que avaliar como ele realmente usa e entende a língua. “O mais interessante é que o candidato saiba o suficiente para o exame e seja capaz de colocar o todo a seu favor. Um texto não terá apenas estruturas no passado, presente ou futuro. O modo como o texto é amarrado – uso de conjunções – é tão importante quanto saber regras gramaticais mais genéricas”, descreve Denilso.

 

Para quem vai prestar concurso público, é essencial conhecer o estilo da prova de inglês, fazer simulados, cronometrar cada questão e saber o que deve fazer em cada parte. Além dessas técnicas, é importante praticar a leitura em inglês, pois aumenta o vocabulário e ajuda a se acostumar com as estruturas gramaticais de modo natural.

 

Sobre interpretação de textos o candidato deve desenvolver 4 conhecimentos: o léxico-semântico, o sintático, o de gêneros textuais e o de mundo, destaca Denilso. “O primeiro tem a ver com saber palavras, expressões, gírias e colocações. Enfim, desenvolver um bom vocabulário. O segundo refere-se à gramática, ou seja, conhecer o modo como as sentenças se organizam, de modo a ser capaz de compreender o uso das estruturas e afins”, explica Lima.

 

O terceiro conhecimento está ligado ao fato da pessoa saber que tipo de texto está diante dele: artigo de jornal, poema, conto, relatório, carta ou fábula. “Reconhecer o tipo de texto ajuda o leitor a saber que tipo de palavras e estruturas serão encontradas nele”, descreve.

 

Por fim, é necessário dominar conhecimento de mundo e esse envolve a vida do candidato. O que ele sabe sobre o mundo, quais suas percepções sobre os assuntos do momento. “Se no exame o texto aborda políticas ambientais, o candidato poderá ter facilidade para interpretá-lo se tiver algum conhecimento sobre o assunto. Assim, quanto mais integrado dos assuntos da atualidade o candidato estiver, melhor será”, aconselha Denilso.

 

Segundo Denilso de Lima, para quem está interessado em praticar a leitura de forma mais aprofundada, existem jornais e revistas online que servem como fonte de estudo como CNN, BBC, The Times, The Wall Street Journal, The Economist, The Sun e The New Yorkers, cita.

 

Além disso, o estudante pode ainda comparar os textos em inglês com os textos em português, quando possível. “Por exemplo, no momento, estamos tendo nossa corrida presidencial no Brasil, a dica é que o estudante leia textos em português sobre o tema e depois procure nos noticiários internacionais textos que também abordem o assunto corrida presidencial no Brasil. Fazendo isso, o estudante estará diante de um assunto comum a ele – conhecimento de mundo –e ele passará a ver com aquele tema é apresentado em outra língua – melhorando assim o seu conhecimento léxico-semântico e sintático”, conclui.

 

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Denilso de Lima é autor de três livros na área de língua inglesa pela editora Elsevier Campus: Inglês na Ponta da Língua, Gramática de Uso da Língua Inglesa e Combinando Palavras em Inglês. É também o criador do site Inglês na Ponta da Língua, um dos maiores e mais completos sites de dicas de inglês do Brasil. Denilso também dá palestras e cursos em faculdades, escolas e órgãos governamentais ou empresas.

 

Opinião de quem conhece o Direito Administrativo: Temas mais importantes

Por Leonardo Moreira Pereira

 

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LEONARDO PEREIRA é Advogado graduado pela PUC de Minas Gerais. Possui pós-graduação em Direito Público e em Direito Privado, ambas pelo Instituto Metodista Isabela Hendrix. Mestre em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito Milton Campos. Ex-Diretor de Ensino do Praetorium, Instituto de Pesquisa, Ensino e Atividade de Extensão em Direito. Atualmente é Diretor Acadêmico do IOB Concursos Marcato.

 

 

Tendo escolhido a disciplina de Direito Administrativo para ser avaliado na segunda fase do Exame da OAB, tenho alguma familiaridade com o tema, sentindo-me habilitado para dizer a vocês quais são os pontos que reputo como mais importantes, visto do plano geral ou seja, primeira e segunda fase.

 

O plano geral impõe o conhecimento do Regime Geral de Direito Administrativo, tema inclusive de uma maravilhosa palestra grátis do Ministro da Justiça, Exmo. Sr. Dr. José Eduardo. Conhecida a organização geral da administração pública, fatalmente passamos a entender melhor quase todo o direito, pois os princípios que a regem, lançam luz para todo o direito. E é muito comum que se conheça a regra mnemônica “LIMPE”, para que se identifiquem os princípios constitucionais da Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.

 

A partir deles, a organização da administração pública toma forma, fica mais clara. E como um tema puxa o outro, a impessoalidade me faz lembrar de questões que sempre são abordadas, versando sobre desafetos políticos que fazem uso da máquina estatal para propor desapropriações. E aqui temos o tema que sempre está presente nas provas, especialmente quando tratam de Reforma Agrária ou para fins de interesse público. Sobre esse assunto, minha sugestão para o estudante é que entenda bem das questões que dizem respeito à indenização e a recusa à proposta realizada pela administração.

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Da desapropriação, vendo a administração por cima, não é possível que se logre êxito em qualquer prova, sem que se conheça a divisão da Administração Pública Direta e Indireta, sendo a primeira de mais simples domínio. A dificuldade está na identificação de tudo o que está debaixo do guarda-chuva da administração indireta. Nessa divisão que proponho análise, devem ser estudados pontos como Fundações, Autarquias, OS, OSCIP, Agências Reguladoras, tipo de capital para formação e uma questão que os examinadores adoram: Responsabilização dos gestores, tipo de controle sobre os investimentos e formação do capital. Claro que sugiro que vejam aqui a Responsabilização Civil do Estado.

 

Falando em gestores, salto ao tema dos Servidores Públicos, alei 8112/90 e o ponto que vem sendo cada vez mais explorado pelos examinadores e que muito gera confusão: Que regra deve ser seguida (ou qual o instrumento normativo) para os servidores públicos estaduais e municipais. Questões como essas exigem tempo e paciência para sua correta interpretação.

 

Fechando o levantamento dos grandes temas que julgo relevantes para estudo e formação do candidato, Licitação é o tema que sempre esteve presente nas provas e que sempre continuará estando. Digo isso porque como são inúmeras as possibilidades dentro dos tipos de licitação previstas, o examinador encontra na Lei 8666/93 vasta gama de hipóteses para perguntas.

Mais de 32 mil vagas estão abertas, com salários de até R$ 25.260,19

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Mais de 42 mil vagas abertas com salários de até R$ 25.260,19

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Marco Civil da Internet

Por Leonardo Moreira Pereira

 

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LEONARDO PEREIRA é Advogado graduado pela PUC de Minas Gerais. Possui pós-graduação em Direito Público e em Direito Privado, ambas pelo Instituto Metodista Isabela Hendrix. Mestre em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito Milton Campos. Ex-Diretor de Ensino do Praetorium, Instituto de Pesquisa, Ensino e Atividade de Extensão em Direito. Atualmente é Diretor Acadêmico do IOB Concursos Marcato.

 

 

Certamente não ouvimos falar de tudo, mas ainda vamos nos deparar com o lidin case envolvendo alguma questão relacionada ao Marco Civil da Internet, ou Lei 12.965 de 2014 como a mesma ficou conhecida. Digo isso porque a efetiva mudança de alguns institutos dependeram de casos de ampla repercussão social, como a Lei de Crimes Hediondos (Caso Daniela Perez), Lei Maria da Penha (Caso Maria da Penha), Lei Carolina Dieckman (crimes cibernéticos) e assim por diante.

No caso em questão já temos a lei, mas não dominamos todo relacionamento com servidores, não dominamos como Estado Soberano todas as implicações de ordem técnica.

Afirmo isso pois faço um exercício de espelhamento de nossa identidade para o ambiente virtual e assim, não consigo imaginar que tudo o que aconteça no ambiente virtual, já encontre a segurança e a regulamentação necessária à que se destina a lei.

A intuição do legislador ao criar a lei era a de regular o uso da internet por meio de princípios e garantias, especialmente no que diz respeito ao acesso de dados pessoais dos usuários. Se buscarmos na Constituição da República um indicativo dessa relação, certamente estaríamos diante do art. 5º, X:

“X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;[...]”

Já no Código Civil, a relação poderia ser estabelecida a partir do art. 21, dentro dos Direitos da Personalidade:

“A vida privada da pessoa natural é inviolável, e o juiz, a requerimento do interessado, adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário a esta norma.”

E não vejo distante as hipóteses de imputação legal dentro dos crimes contra a honra do CP.

Feita tal apreciação da legislação prévia, interessante sob o aspecto legal, conhecermos alguns pontos importantes tratados na lei. Sem nenhuma dúvida, a questão da neutralidade é um dos aspectos mais importantes, pois apontado como princípio (art. 3º), visa garantir o tratamento das informações que trafegam pela internet da mesma forma, de modo a que todas as informações fossem acessadas com a mesma velocidade. Mas a própria lei regula, incisos abaixo, que o governo pode transformar qualquer conteúdo, o que obriga provedores de internet a deixar tais assuntos como indisponível para acesso a usuários comuns.

A exceção soa estranha, assim como me soa estranha a decisão de não limitar o exercício da profissão de jornalista a quem o seja formalmente. E mais estranho ainda, a regulamentação do que vem a ser Sociedade Civil e seus “poderes”. Mas o artigo é técnico e não político.

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Logo, de volta à lei, outro ponto importante que podemos destacar é o da Responsabilização Civil pelos danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros, se após a devida notificação judicial, não tomar medidas para que impossibilitar o acesso ao conteúdo indesejado. É o que dizem os artigos 18 e 19:

“Art. 18.  O provedor de conexão à internet não será responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros.
Art. 19.  Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário.
§ 1o A ordem judicial de que trata o caput deverá conter, sob pena de nulidade, identificação clara e específica do conteúdo apontado como infringente, que permita a localização inequívoca do material.”

Mas atenção porque o STJ já se manifestava de modo contrário ao que determina a nova Lei, quando determinava que o provedor deveria suspender páginas preventivamente quando recebesse notificação extrajudicial. Mas repare que os artigos supracitados falam em decisão judicial. É uma celeuma pequena, mas que no universo do concurso jurídico pode representar uma questão a mais (ou a menos).

De volta à lei, ou melhor, inspirado na lei, sugiro que conheça ainda tudo o que diz respeito ao Big Data e os reflexos disso à luz do Marco. Lembrando que essa superficial análise fez somente uma introdução sobre o tema, sendo oportuna a leitura da lei em seus 32 artigos.

A título de curiosidade e para fins de estudo sobre o processo legislativo, saiba que o projeto do Marco Civil da Internet foi tratado como Urgência Constitucional no dia 11 de Setembro de 2013.

Como gabaritar em informática?

Com a participação da Profª Ana Castilho

 

prof-ana-castilhoExperiência em ministrar aula via-satélite e internet. Formação Acadêmica Pós Graduação Gerência de Projetos de tecnologia da Informação – UNISUL – Palhoça/SC; Pós Graduação Gestão Empresarial -FGV – RJ/RJ; Pós Graduação Lato Senso em Ciência da Computação – Universidade Santa Cecília – Santos/SP; Graduação em Tecnólogo de Processamento de Dados – Fundação Lusíada – Santos/SP; Graduação Matemática para Informática – Universidade Brás Cubas – Mogi das Cruzes /SP; Curso de Aperfeiçoamento Pedagógico (em cumprimento a nova lei de ensino) – FATEC – Santos/SP.

 

 

Para muitos concurseiros, saber lidar com um computador significa se dar bem na matéria de informática. Este é um grande engano! A matéria envolve termos e figuras que devem ser analisados minuciosamente.

 

Segundo a professora do IOB Concursos Marcato, Ana Castilho, o problema é que na hora da prova o aluno não poderá contar com um computador disponível. “Em sala, derrubo esta tese resolvendo questões de outras provas.” – Complementa ela.

 

Os termos técnicos muitas vezes podem pegar o candidato de surpresa e neste momento, resolver provas de questões anteriores pode ajudar a conhecer as características de como a matéria é cobrada. Segundo a prof.ª Ana, o programa Excel é um dos mais difíceis quando é cobrado nas provas, pois envolve também, as matérias de exatas.

 

Para realizar uma prova na parte de informática, muitas vezes é preciso ter conhecimentos em outras matérias, como Matemática, Raciocínio Lógico, Economia e muitas outras. A prof.ª explica ainda que a tendência desta disciplina é que ela desapareça dos editais, citadas individualmente. Aconteceu por exemplo, no último concurso da Caixa Econômica Federal, ninguém conseguia achar a disciplina, mas ela estava contemplada dentro do tema de Atualidades.

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Perguntamos ainda à professora sobre a “decoreba” para sua matéria e veja o que ela respondeu: “Sou totalmente contra, ensino usando técnicas de memorização e pedagógicas, com conceitos práticos do dia-a-dia. Faço isso há quase 10 anos.”

 

E para colocar em prática e exemplificar seu aprendizado sobre este artigo seguem abaixo, alguns exemplos de questões que a própria Ana forneceu, bons estudos!

 

01. PC/SP/2009 Escrivão – VUNESP

O aplicativo Excel da suíte Microsoft, na sua configuração padrão e versão em português resolverá as operações de uma equação matemática na seguinte ordem:

a) adição e subtração; multiplicação e divisão; potenciação.

b) multiplicação e divisão; potenciação; adição e subtração.

c) multiplicação e adição; divisão e subtração, potenciação.

d) potenciação e multiplicação; divisão; adição e subtração.

e) potenciação; multiplicação e divisão; adição e subtração

 

02. INSS/2008 Analista – CESPE-UNB

Considere que, em uma planilha do Excel, as células C2, C3 e C4 contêm, respectivamente, os números 238, 285 e 251, referentes a pagamentos de contas de luz de um usuário em três meses sucessivos. Nessa situação, para se calcular a média aritmética dos três valores e apresentar o resultado na célula C5, é suficiente realizar a seguinte sequencia de ações: clicar a célula C5, digitar = (C2 + C3 + C4)/3 e, em seguida, teclar Enter.  (CERTO ou ERRADO)

 

Informática dentro de Noções de Direito Administrativo – FCC

 

03. TRT 13º 2014  (Arquivologia, Contabilidade, Enfermagem, Engenharia de Segurança do Trabalho, Estatística, Fisioterapia, Medicina, Medicina do Trabalho, Odontologia, Psicologia)

O Project Management Institute − PMI tornou-se referência como uma das principais associações profissionais em gerenciamento de projetos. O PMBOK é uma das principais publicações do instituto e envolve nove áreas do conhecimento, dentre as quais,

a)      a pesquisa de satisfação do cliente.

b)     a certificação de qualidade.

c)      as ferramentas de auditoria.

d)     o gerenciamento de escopo.

e)      o mapeamento estratégico.

 

RESPOSTAS:

Questão 01, E / Questão 02, Certo / Questão 03, D

 

O que faz um Agente Penitenciário?

Muitas vezes, esse cargo é confundido com carcereiro, explicamos: diferente do carcereiro, o agente não é um policial, por esse motivo, não anda armado e tem como função de garantir a ordem, disciplina, vigilância interna, encaminhar os presos ao médico, garantir, educação, alimentação e lazer, além de que com suas experiências de fora da cadeia ajudem na ressocialização do detento.

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A profissão é considerada uma das mais antigas da história da humanidade e, hoje, para exercer o cargo é necessário prestar concurso público. O canditado deve possuir ensino médio ou superior. A remuneração é R$ 3.000,00, em média.

 

Conversamos com o Agente Penitenciário Fagner Gir, que exerce a função há mais de 1 ano e explicou como funciona seu dia-a-dia:

“A rotina é tensa e é necessário sempre estar em alerta, pois, quando se trata de fugas ou burlar a segurança, os detentos são criativos. Tudo começa logo pela manhã, rendemos o plantão noturno, conferimos se todos os detentos estão em suas respectivas celas, entregamos o café da manhã. Exceto no pavilhão onde será realizado a blitz.”

 

Segundo Fagner, a blitz é necessária para procurar objetos que não são permitidos entre os presos, assim como atividades suspeitas.

 

“Depois da blitz, fornecemos o almoço e no decorrer do dia acompanhamos os detentos em atendimentos com advogados, oficial de justiça, médico e dentista. A tarde eles são trancafiados novamente e é feita uma nova contagem pra certificar que todos estão na unidade.”, complementa.

 

É aconselhável o conhecimento das leis e normas do sistema penitenciário, pois são conhecimentos necessários para a atuação da profissão. De acordo com os dados da Organização Internacional é uma das profissões mais perigosas do mundo, por isso é necessário pensar muito bem antes de seguir este caminho. Além disso, o sistema penitenciário ainda conta com o problema da superlotação.

 

Entretanto, segundo nosso entrevistado, tudo compensa quando se ama o que faz:

“Existem dois dias importantes na vida de uma pessoa. O dia em que ela nasce e o dia que ela descobre para o que nasceu. Eu amo meu trabalho. Minha satisfação é ajudar a proteger o cidadão. Acordo toda manhã e vou feliz ao meu trabalho, sei dos riscos, mas farei e faço o possível para exercer bem minha função. Se deseja ajudar o Brasil a ser um país melhor, venha para o sistema, mas venha com vontade de fazer a diferença.”

 

As dicas para quem quer prestar esse concurso é estudar bastante, pois, apesar da prova não ser muito difícil, é bastante concorrida. Existe ainda o teste psicológico. A dica é manter-se calmo, descansar bastante e ir realizar o teste com a cabeça limpa.

 

Outra dica importante é praticar atividades físicas ou, até mesmo, alguma arte marcial, já que no teste físico são exigidos exames, como: corrida, abdominal, barra e flexão.

 

Gostou? O IOB Concursos Marcato oferece o curso prepartatório para o concurso de Agente Penitenciário.