Dicas de português que todo concurseiro deve saber

livros-estudos

Dizem por aí que língua portuguesa está entre as 10 mais difíceis do mundo de se aprender. Não sei se essa informação é verdadeira. Mas que temos uma infinidade de regras, isso temos. E mais uma infinidade de exceções às regras.

 

Por isso, separei algumas principais dicas de português para concursos públicos Algumas podem parecer bestas, mas não custa nada reforçar.

  1. Mas/Mais

Essa é uma das dicas bestas. Mas é realmente o fim do mundo ver concurseiro errando isso. Inadmissível.

Mas é uma conjunção adversativa. Pode ser substituída por porém.

Mais é, em geral, adverbio de intensidade. é oposto de menos.

 

  1. Por que/Porque/Por quê/Porquê.

Essa é chata.

Por que é advérbio de causa e é usado em perguntas e quando se puder colocar a palavra “motivo” logo depois.

Porque é conjunção e é usado para ligar duas ideias ou duas orações (a segunda representa uma explicação da primeira).

Por quê é uma expressão, usada no final de uma frase, seja ela pergunta ou não.

Porquê é um substantivo e pode ser substituído pelas palavras causa ou razão.

 

  1. Agente/A gente

Canso de ver a galera confundindo essas.

Agente é uma profissão. Agente secreto, James Bond. Lembra disso.

A gente é uma locução que significa nós.

 

  1. Meio/Meia

Meio pode ser um numeral, que representa a metade. E até aí, tudo bem. Mas pode também ser advérbio, que tem sentido de um pouco. E como advérbio, nunca varia. Meio cansada. Meio chateada. Meio metida. Meio chata.

Meia é o que a gente põe no pé.

 

  1. Nada a ver/Nada haver

Nada a ver é o contrário de tudo a ver.

Nada haver não existe.

 

  1. Aonde/Onde

Aonde é advérbio que indica lugar, mas só será usado quando relacionado a verbo que pede a preposição “a” ou quando indicarem movimento.

Onde também é advérbio de lugar, usado nas demais situações.

 

  1. Eminente/Iminente

Eminente é um adjetivo que significa alto, grande, importante, notável.

Iminente é também adjetivo, mas indica algo que está prestes a acontecer.

 

  1. Dicas de crase

- Nunca se usa crase antes de palavra masculina (a prazo);

- Sempre se usa crase antes de expressões femininas (à noite, à vista);

- Nunca se usa crase antes de verbo (a partir de);

 

  1. Comprimento/Cumprimento

Comprimento relaciona-se a tamanho, extensão.

Cumprimento é o “oi!”

 

  1. Seção/Sessão

Seção é a divisão das repartições públicas ou o ato de repartir.

Sessão é o espaço de tempo de uma reunião, do espetáculo de cinema, da peça de teatro. E olha que dica legal: se exigir que a pessoa se sente para assistir, é com dois S.

 

Bom… acho que com essas dicas já dá para a gente de divertir um pouco!

Bons estudos!

 

 

Luciana Pimenta. Mãe em tempo integral. Coordenadora Pedagógica no IOB Concursos em horário comercial. Advogada quando necessário. Autora, revisora e diagramadora quando sobra tempo. E ainda caminhando.

Conciliando o trabalho com os estudos: Dicas para organizar o tempo

estudar-tempo

Ainda não inventaram uma fórmula mágica que determina quantas horas por dia é preciso estudar para ser aprovado. Cada pessoa tem um ritmo de aprendizado, cada concurso demanda um nível de conhecimento, cada disciplina requer um tanto de dedicação. São inúmeras variáveis.

Se você tem o dia todo para estudar, maravilha.

 

Mas se, como eu, você precisa encaixar milhares de tarefas dentro do seu dia, 24horas podem parecer insuficientes. Eu costumo dizer que se encontrasse a lâmpada mágica, pediria ao gênio que me desse dias de 30 horas. Ou 40.

Atualmente, não estou estudando para concursos, mas sou mãe (e pai), trabalho das 7h às 17h, cuido da casa, e trabalho a noite, com prazos apertadíssimos. Então tive que dar um jeito de conseguir moldar meu dia para dar conta de tudo.

 

A primeira providência importante foi justamente enumerar todos os afazeres. E eu demorei para descobrir isso… Tanto que perdi diversas noites de sono terminando trabalhos urgentes porque não me organizei antes.

Com os seus estudos também deve ser assim.

 

Em primeiro lugar, é preciso definir um plano semanal ou até mesmo mensal. E você precisa listar tudo que precisa fazer naquele período de tempo. Tire um ou dois dias, antes de começar, para preparar o seu cronograma.

É possível fazer uma espécie de “banco de horas” de estudo: se você não conseguiu terminar o que tinha que terminar hoje, termine amanhã; da mesma forma, se conseguiu ir além do planejado hoje, permita-se descansar um pouquinho mais amanhã. Seu calendário deve ser flexível, de modo que você consiga adaptá-lo sempre que necessário. Mas você precisa segui-lo. Não deixe acumular horas demais no banco!

 

A previsão de recompensas também ajuda bastante: quando finalizar determinado conteúdo, permita-se um dia de folga. Ou um jantar com o(a) namorado(a).

Ter um lugar tranquilo, quieto e organizado para estudar é fundamental. Mantenha tudo que precisa para seus estudos neste local, de modo que não precise sair para pegar um livro, por exemplo. Fique longe de televisão, desligue o celular. Você precisa aproveitar bem cada minuto do tempo disponível. Existem ótimas ferramentas online (como o próprio Google Calendar) que ajudam na organização das atividades.

 

Tenha em mente que nem todos em seu trabalho entenderão que você é um estudante e nem da sua família entenderão que seu tempo é contado. Vai ter gente insistindo para você ir a happy hours, vai ter tia reclamando que você não foi no almoço, vai ter muita chateação sim. Ao menos, deixe todos informados. Diga que está buscando a sua melhora de vida, e que conta com a compreensão de cada um deles.

 

Infelizmente, não é possível abrir mão dos fins de semana, mas também não é nada recomendável que você não tenha tempo de descanso. Reserve momentos de lazer, e não deixe de praticar atividades físicas. Exercícios físicos ajudam na oxigenação do cérebro, e isto colabora com a melhor fixação dos conteúdos estudados.

Quando desanimar, lembre-se do seu objetivo: por que está estudando? A resposta a esta pergunta vai te ajudar a manter o foco e a força. Seja positivo e se considere privilegiado: muitas pessoas não têm a oportunidade de trabalhar, de estudar e nem muito menos de fazer as duas coisas.

 

Vai ser fácil? Não. Nem um pouco. Mas vai valer a pena.

 

Para mim, os dias ainda continuam tendo 24 horas (pois é… ainda não encontrei a tal lâmpada), mas eu já não passo mais madrugadas trabalhando.

;)

 

Luciana Pimenta. Mãe em tempo integral. Coordenadora Pedagógica no IOB Concursos em horário comercial. Advogada quando necessário. Autora, revisora e diagramadora quando sobra tempo. E ainda caminhando.

Vamos conversar sobre interpretação de texto?

interpretacao-de-textoO verbo interpretar, de acordo com o dicionário Aulete Digital (aliás, recomendo!), comporta seis significados, dos quais vamos destacar apenas dois: dar sentido a; explicar (palavra, texto, lei etc.); dar um significado a; considerar, julgar.

 

Interpretar é descobrir o sentido e significado de algo. Sim. Descobrir o que o bendito autor quis dizer naquele determinado texto, para poder responder corretamente à pergunta que vem logo em seguida. E não me refiro somente à questões de língua portuguesa: quase todas as questões de quase toda prova têm um pouco de interpretação de texto. Afinal, se você não entendeu a pergunta, certamente não vai conseguir achar a resposta.

 

Legal. E como melhorar a interpretação?

Se você fizer uma busca simples sobre isso no Google vai achar algumas dicas interessantes como “leia em um lugar tranquilo”, “leia com atenção, e releia quantas vezes achar necessário”, “tenha um dicionário ao seu lado”, e etc.

 

Sim. São dicas lindas. Mas, não nos pertencem, né? Não podemos escolher um lugar tranquilo, nem reler mil vezes e nem muito menos consultar um dicionário na hora da prova. Então, vamos à algumas dicas que realmente podem ajudar:

 

  1. Leia o texto inteiro: não pare na primeira palavra desconhecida. Ao ler tudo, você vai ter uma visão geral sobre o assunto, e talvez aquela palavra ou aquele parágrafo que você não entendeu faça sentido no final das contas;
  2. Embora você não possa reler mil vezes o texto, repita a leitura, pelo menos uma vez. Isso vai fazer com que você fixe melhor o tema tratado, e compreenda de maneira clara a intenção do autor;
  3. Você não está ali para ter uma opinião própria. Lembre-se: a opinião é do autor, você só deve percebê-la, e, a partir dela, chegar às conclusões (que também são dele). Não deixe que as suas ideias prevaleçam sobre as dele;
  4. Leia o enunciado da questão com a mesma atenção que você leu o texto. Ele é tão importante quanto.

 

Também é interessante trazer as três maiores causas de erros nas perguntas que envolvem interpretação de texto, e enquadrá-las dentro das dicas acima.

 

a)    Extrapolação: ocorre quando se sai do contexto, acrescentado ideias que não estão no texto. Solução: dica 2 (a releitura faz com que você encontre os limites do texto).

b)    Redução: ocorre quando se dá atenção apenas a um aspecto, que pode ser insuficiente para o total entendimento do tema desenvolvido. Solução: dica 1 (ver o texto como um todo te mostra o conjunto das ideias, e não particularidades).

c)    Contradição: ocorre quando o leitor tira conclusões diferentes das apresentadas, com base em seu conhecimento ou convicção. Solução: dica 3 (as ideias e as conclusões que importam são as do autor, e não as suas).

 

E, por fim, uma dica fatal de como treinar tudo isso: leia. Leia mais. E leia mais um pouco.

;)

 

Luciana Pimenta. Mãe em tempo integral. Coordenadora Pedagógica no IOB Concursos em horário comercial. Advogada quando necessário. Autora, revisora e diagramadora quando sobra tempo. E ainda caminhando.

Redação para concursos: práticas para aprimorar a escrita

praticas-para-aprimorar-escritaEssa semana me pediram para escrever sobre como escrever bem. E aí que eu, que sempre adorei escrever, sempre tirei as melhores notas em redação, sempre me orgulhei de ter escrito meus dois livros, sempre tive um monte de blogs, sentei na frente do computador, olhei para a tela em branco e fiquei perdida sem saber por onde começar.

 

Quem nunca, né?

No meu caso, ainda deu para levantar, pegar um café, olhar o sol e conversar com alguns amigos e só então voltar e efetivamente começar. Mas não dá para fazer isso no meio da prova.

 

E agora? Como se preparar para a prova de redação e fugir do bloqueio literário?

Antes de mais nada, “bloqueio literário” é o nome que se dá à situação em que você simplesmente não consegue escrever nada. Não significa que você não domine o assunto, mas sim que as ideias simplesmente somem da sua mente. E para essa situação, eu tenho algumas dicas.

 

Primeiro, organize as ideias em grandes macros. Começo, meio, fim. Não precisa desenvolver muito, mas crie (na sua mente, ou até mesmo por meio de desenhos) o que pretende falar.

 

Aliás, esse lance de organizar as ideias com desenho é ótimo para quem tem a memória visual aguçada. Vale tentar!

 

Traçado o roteiro, apenas comece. Sim. Simples assim. Vai escrevendo tudo que pensa, mesmo que depois tenha que voltar e apagar o que ficar em excesso. O fato é: o bloqueio literário some quando você começa a escrever. Mesmo que as primeiras linhas não façam nenhum sentido, apenas continue. Logo você vai ver que já incorporou o escritor e tudo começa a fazer sentido.

 

Realmente comece, ok? Porque você vai precisar ter cuidado com o tempo e não dá pra ficar muito tempo preso no bloqueio.

 

Passado esse primeiro obstáculo, você vai precisar saber o que escrever, certo? Precisa ter uma noção geral do tema, e para isso, não tem alternativa: tem que ler. As provas têm optado por cobrar assuntos da atualidade, e, mesmo que você não seja um profundo conhecedor da matéria, é preciso saber argumentar em cima dela.

 

Então leia sempre. Revista, livros, jornais, blogs. Na cama, no ônibus, na hora do almoço. Um pouquinho por dia, um pouquinho por noite. O fato é que quando você começar a ler e adquirir o hábito, você vai querer ler bem mais que apenas um pouquinho. Mas até chegar lá, policie-se e obrigue-se a ler nem que seja um post, um capítulo, uma reportagem por dia.

 

A leitura ajuda a saber falar sobre qualquer assunto e ainda ajuda a ganhar mais vocabulário, a ter mais facilidade em desenvolver uma narrativa, a organizar melhor as ideias. É isso: ler é vida.

 

Por fim (e não menos importante), algumas dicas práticas para não comer bola na sua prova:

 

- não use abreviações, nem gírias e nem (obviamente) palavrões;

- escreva de modo simples e claro (sem redundâncias, palavras rebuscadas e excessos);

- evite clichês, mesóclises, analogias e siglas desconhecidas;

- cuidado com as repetições (releia seu texto quando terminá-lo e troque palavras repetidas por sinônimos);

- fuja da voz passiva e das frases com uma palavra só;

- atenção para a pontuação e ortografia;

 

E, no mais, boa sorte!

 

Luciana Pimenta. Mãe em tempo integral. Coordenadora Pedagógica no IOB Concursos em horário comercial. Advogada quando necessário. Autora, revisora e diagramadora quando sobra tempo. E ainda caminhando.

Dicas para concurseiros: Como estudar com gripe?

como-estudar-com-gripe

Acordei com uma gripe daquelas.

E gripe na segunda-feira sempre parece com uma boa desculpa para não retomar as atividades normais e estender um pouquinho o fim de semana, né?

 

Bom… não é meu caso. Tive que vir trabalhar normalmente, e realmente me sinto péssima. Aquela velha sensação de que fui atropelada por um caminhão, seguida daquela combinação infinita de mil remédios que, no fim das contas, não adiantam de nada.

 

Mas por que estou dizendo isso? Transformei esse espaço num diário?

Não… É que concurseiros, como seres humanos que são (será?), também ficam gripados. Mas a sua prova não se importa com isso, né? E pior: mesmo quando você está tão ruim que não consegue nem levantar da cama, não adianta apresentar um atestado e tirar o dia de folga. Um dia de folga é um dia a menos de estudo. E isso conta. Cada minuto conta.

 

Mas e aí? Como estudar com gripe? O que fazer com o corpo todo dolorido, os olhos pesados e a cabeça doendo? Ignorar uma gripe não é a melhor saída. E ficar mergulhado na cama também não é a melhor solução (embora muito tentadora).

 

Um fato importante: quando você está doente, seu corpo redireciona toda a sua energia para te curar. Exatamente por isso temos a sensação de fraqueza. É que quando estamos doentes, nosso corpo está sob estresse, e buscar o descanso é o método pelo qual o corpo se mobiliza para combater a doença.

 

Então a primeira dica é: não force. Se você gastar energia demais, seu corpo vai demorar bem mais. Mas isso não significa que você deve ficar hibernando. Até porque, como já dissemos aí pra cima, não dá, né?

 

Outra dica bacana: tome um solzinho. Sim. Levanta, toma um banho (por mais impossível e doloroso que isso possa parecer), põe uma roupa limpa (pode ser um pijaminha mesmo) e senta ali no quintal. Leva um livro e um estoque de lenço de papel. Não precisa ficar o dia inteiro lá. Fique o quanto aguentar. Lembre-se sempre de “ouvir” seu corpo. A ideia é não forçar.

 

Chá ou um chocolate quente sempre são bons aliados.

Por fim, a última dica: legislação em áudio. O site do Senado mesmo tem várias disponíveis. Você pode deitar na cama, se cobrir, e nem terá que forçar os olhos: basta dar o play e se deliciar ouvindo os artigos da Constituição.

Sim… essa última parte foi meio irônica. É que um dos sintoma da gripe, em mim, é o mau humor.

:p

Melhoras por aí!

 

Luciana Pimenta. Mãe em tempo integral. Coordenadora Pedagógica no IOB Concursos em horário comercial. Advogada quando necessário. Autora, revisora e diagramadora quando sobra tempo. E ainda caminhando.

 

“Falta pouco para a prova, e agora?” Dicas para estudar na última hora

estudar-ultimahora

Sabemos que estudar para concursos públicos exige muito planejamento e dedicação. Ou seja, é necessário começar a estudar com muita antecedência para garantir bons resultados.

 

E nesse corre-corre de simulados, resumos e matérias, a ansiedade começa a aumentar com a proximidade da prova. Pois é, o tempo não perdoa e, se você está entrando em desespero com o pouco tempo que resta, elaboramos essas dicas para você não entrar em pânico.

 

1 – Foque em resoluções de exercícios

Nessa altura do campeonato, você já deve ter estudado tudo o que podia. Agora é hora de focar menos nos livros e ir para a prática. Por isso, separe simulados e exercícios.

 

Resolvendo exercícios você vai identificar dúvidas sobre o conteúdo, além de aprender o que é mais importante. Além disso, você vai se acostumar com o modelo de prova, o que te deixará mais familiarizado com os tipos de questões que são abordadas.

 

2 – Resumos

Agora é a hora de fixar o conteúdo na cabeça. Uma boa tática é fazer pequenos resumos com esquemas das principais informações que você deve lembrar. Faça vários resumos pequenos em folhas de papel.

Seja criativo, desenhe, faça esquemas, tudo o que for mais prático e que te faça lembrar com mais facilidade. No decorrer do dia, tente lembrar o que foi escrito e confira se as respostas estão certas no seu resumo. Essa é uma boa forma de treinar o cérebro e a memória.

 

3 – Descanse

Sim! Tenha em mente que para realizar uma boa prova, é necessário estar bem descansado. De nada adiantará se matar de estudar nos últimos dias. Acontece que nossa memória funciona melhor se estivermos com a mente descansada.

Não esqueça de dormir bem, pois o sono é uma parte fundamental da memorização, ainda mais quando estamos falando da memória de longo prazo, que são informações que o cérebro considera importante durante o dia.

 

4 – Aprenda com os erros

Então você fez a prova e não se saiu bem do jeito que imaginava. Não fique se culpando, ao invés disso aprenda que, da próxima vez, você deve estudar com bastante antecedência.

 

Estudar em cima da hora não é aconselhável para quem quer ser aprovado em concursos públicos. Portanto, a preparação deve ser constante e contínua, somente assim você obterá os melhores resultados.

Aprenda a identificar os vilões da sua concentração

concentracaoPara estudar é necessário concentração, sem ela, ficará muito mais difícil a compreensão das disciplinas e assuntos. Muitas pessoas se sentem frustradas, pois, por mais que tentem, não conseguem se concentrar naquilo que estão estudando. Isso é muito comum e podem ter muitas causas, mas o mais importante é identificar o que mais tira seu foco. Por isso, para te ajudar, fizemos uma lista com os problemas mais comuns que costumam tirar a concentração dos estudantes, confira:

 

1 – Sono

O sono é prejudicial à sua atenção. Pessoas costumam dormir mal e poucas horas por noite. Isso pode afetar a qualidade de seus estudos, pois sem o devido descanso seu raciocínio pode ficar comprometido. O ideal é dormir 8 horas por noite.

 

2 – Ansiedade

Esse é um problema muito comum, mas é preciso se controlar. Pessoas ansiosas costumam ter bastante dificuldade em manter o foco, justamente pela situação em que estão submetidas, se tornando um ciclo. Procure relaxar e manter a mente focada nos estudos. Se não funcionar, procure um psicólogo.

 

3 – Afobação

Você é do tipo de pessoa que quer fazer muitas coisas ao mesmo tempo? Isso pode ser prejudicial. Quem desempenha várias tarefas simultaneamente costuma se perder em algumas delas. Nos estudos, a questão é ainda pior, já que, para o aprendizado, é necessário se manter concentrado no conteúdo. Portanto, se estiver fazendo outras coisas ao mesmo tempo, não conseguirá absorver toda a disciplina. Faça uma coisa de cada vez.

 

4 – Alimentação

Nem todo mundo sabe, mas a sua alimentação pode influenciar na sua concentração. Portanto, uma alimentação balanceada é o ideal, consumindo diversos grupos de nutrientes, como carboidratos e proteínas. Evite a ingestão de alimentos gordurosos. O ideal é consultar um nutricionista que irá fazer uma análise profissional sobre suas necessidades.

 

5 – Motivação

Se não se identificou com nenhum caso acima, talvez o problema seja motivação. Por que está estudando? Quais são os seus objetivos? Tenha em mente quais serão as recompensas para o futuro. Estudar hoje pode parecer difícil, mas vai garantir o sucesso no futuro!

 

Bons estudos!

 

Atualidades para concursos públicos-Saiba como estudar

dicas-atualidades-concursosPresente em diversas provas de concursos federais, a disciplina de Atualidades costuma cobrar conteúdo acerca da política, economia, história e cultura. Em alguns editais, a matéria pode ser descrita como Conhecimentos Gerais ou História, e os temas podem ser cobrados em todas as avaliações do concurso, exigindo do candidato bom domínio acerca dos fatos recentes que ocorreram no Brasil e no mundo. Pensando nisso, listamos 5 dicas que vão te ajudar a estudar de forma correta para essa disciplina.

 

1) -Estudar História do Brasil é o primeiro passo para dominar a matéria de Atualidades para concursos, visto que entender o passado ajuda a compreender o presente. Em relação aos fatos mundiais, comece pelos acontecimentos mais marcantes que têm repercussão na atualidade, e peça ajuda de um professor para direcionar os seus estudos.

 

2) -As questões de provas para carreiras jurídicas focam em política e sociedade. Já o cargo de escriturário do Banco Brasil foca em conhecimentos do mercado financeiro e exigem domínio sobre economia. Portanto, cada função tem seu próprio tipo de notícia, e é importante saber quais são estas.

 

3) - Ler revistas semanais ou mensais é fundamental, uma vez que, geralmente, as reportagens de revistas tratam dos fatos cotidianos de forma aprofundada com artigos, imagens, análises, entrevistas com especialistas e estatísticas, dados que ajudam na preparação para a avaliação dissertativa.

 

4) -Fique atento ao noticiário diário e você pode fazer isso acessando, pelo menos, um site jornalístico por dia. Leia e analise as notícias sobre economia, sociedade e política. E, para adquirir diferentes perspectivas acerca de um mesmo tema, seria interessante também ler jornais impressos, ouvir rádio jornais e assistir telejornais.

 

5) -Uma outra forma de estudar para a matéria é escrever textos de diferentes temas para fixar os detalhes na memória, como datas e nomes. Elabore perguntas e tente respondê-las como: como está o cenário econômico do Brasil? O que é o Estado Islâmico? Como estão as eleições americanas?

 

Bons estudos!

Estudar para Concursos Públicos: Reclamar Não Resolve

estudar sem reclamar

Tempos atrás, eu me propus a tentar o tal “Desafio dos 21 Dias Sem Reclamar”. O lance é justamente esse: ficar 21 dias sem fazer nenhuma reclamação. Nenhuma mesmo. Se reclamar, tem que recomeçar a contagem. Refere-se a essas reclamações sem sentido, que não mudam nada, não resolvem nada, e, no fim das contas, são só demonstrações do quanto somos ranzinzas e, porque não dizer, chatos. Relatos de quem conseguiu são que a vida muda drasticamente.

 

Óbvio que eu não consegui. Tentei muitas vezes e o máximo que consegui foram 3 dias inteiros.

 

Estive pensando nisso recentemente, em tentar de novo o desafio. Coincidentemente, hoje li uma matéria falando que alguns cientistas comprovaram que a reclamação altera negativamente o cérebro.

 

Gente: altera negativamente!!! E eu que achava que era só uma questão de eliminação de mimimi.

 

Funciona assim:

Lembra das sinapses? Aquelas que a gente estudou no colégio? Sinapse é o local de contato entre neurônios, onde ocorre a transmissão de impulsos nervosos de uma célula para outra.  Então… tudo culpa delas!

Olha o resuminho de todo um capítulo do livro de biologia: sempre que a gente pensa em alguma coisa, uma sinapse dispara uma reação química para outra sinapse, e aí é construída uma “ponte” por onde o sinal elétrico passa e leva a informação relevante desse pensamento. Toda vez que a descarga elétrica é acionada, os neurônios se reorganizam para facilitar que as sinapses compartilhem a reação química e fique mais fácil para o pensamento se propagar.

 

A pesquisa descobriu que as ligações elétricas mais utilizadas pelo cérebro se tornam mais curtas, e, assim, são escolhidas mais frequentemente pelo cérebro. E isso explica como a personalidade de uma pessoa é alterada.

 

Ou seja: se você reclama demais, a tendência é que continue reclamando cada vez mais. É um ciclo!

 

O contrário também é verdadeiro: se você está acostumado a pensar positivo, essas sinapses ficarão mais próximas e as ligações elétricas se tornarão mais curtas. Teu cérebro vai passar a usar mais esse “caminho” por onde passa o pensamento positivo. E, como pensamento é mais forte que a vontade humana, mesmo sem querer, você vai começar a agir para que esse pensamento positivo se torne realidade.

 

Olha que máximo: não é mágica. Não é que o simples fato de pensar positivo vai te fazer alcançar qualquer coisa. Na verdade, pensar positivo vai fazer teu cérebro te ordenar (inconscientemente) a agir de modo que esse pensamento se concretize.

Mas e o que isso tem a ver com os concursos que você vai prestar?

 

Bom… não vou te dar essa resposta. Mas proponho que tente. E depois me conte como foi!

;)

 

Luciana Pimenta. Mãe em tempo integral. Coordenadora Pedagógica no IOB Concursos em horário comercial. Advogada quando necessário. Autora, revisora e diagramadora quando sobra tempo. E ainda caminhando.

Você sabe como fazer simulados de concursos públicos? Conheça essas dicas

como-fazer-simulados-concursosComo todos sabemos, simulados são uma “imitação da situação”, ou seja, eles servem para nos acostumarmos com uma prova de concurso público. A ideia é fazer o simulado no mesmo tempo que faria em uma prova normal, mimetizando toda a situação.

 

É muito fácil quando resolvemos um simulado no conforto de nossa casa, sentados em uma poltrona confortável. Além disso, ainda ficamos mais à vontade por ser um ambiente familiar.

 

Infelizmente, as provas reais não acontecem nesse conforto. Geralmente, são feitas em cadeiras comuns e os ambientes nem sempre são favoráveis. Ainda estaremos cercados por pessoas desconhecidas tão ansiosas quanto você, o que pode gerar nervosismo em qualquer um. Acompanhe, a seguir, um guia sobre como fazer simulados:

 

1 – Ambiente

É muito importante fazer os simulados com seriedade, como se fosse uma prova “de verdade”. A melhor força de fazer isso é tentar reproduzir o ambiente, ou seja, procure um lugar com as mesmas características de uma sala de aula.

Alguns estudantes resolvem fazer simulados em bibliotecas ou, até mesmo, em salas de aulas. Quanto mais você se acostumar com esse tipo de ambiente, melhor.

 

2 – Tempo

Lembre-se que na hora da prova não será moleza, deverá resolver todas as questões em um período de tempo delimitado. Por conta disso, muitos concurseiros se perdem, porque não sabem administrar o tempo. A melhor forma de treinar esses aspecto é realizar o simulado no mesmo tempo da prova real.

 

3 – Banca Organizadora

É muito bom entender o estilo de cada banca organizadora. Muitas bancas seguem o mesmo estilo de prova, por isso é muito importante você conhecer cada uma delas.

A banca Cespe/UnB, responsável pelos principais concursos do país, é uma das mais temidas entre os concurseiros, pois o critério utilizado é o famoso “uma errada, anula uma certa”. Portanto, é muito importante conhecer a banca organizadora do concurso que quer prestar e entender qual o estilo das provas.

 

Quando se trata de concursos públicos, praticar e aplicar técnicas nunca é demais. Pensando nisso, o IOB Concursos disponibiliza para você vários simulados, basta clicar aqui e conferir. Também temos os cursos online que já vêm com plano de estudos para você não se perder nas disciplinas. Conheça!