O que faz o soldado da Polícia Militar?

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Um dos concursos mais aguardados, atualmente, é o da Polícia Militar de São Paulo que pretende selecionar 2000 vagas para o cargo de soldado. Afinal de contas, é um cargo nobre que exige, acima de tudo, disciplina, organização, solidariedade e perseverança. O soldado pode atuar no Exército, Aeronáutica, Marinha ou nas Polícias Militares dos Estados brasileiros.

Para se tornar um soldado da Polícia Militar, é necessário ser aprovado em um concurso público. Os critérios e exigência podem variar de acordo com o Estado. Geralmente, os requisitos para se tornar um soldado são:

- Ter concluído o segundo grau ou equivalente.
- Ter no mínimo 18 anos e no máximo 30 anos.
- Altura mínima de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres.

Outra característica da seleção é que, além da prova escrita, é realizado um teste físico e psicológico. O teste físico é para testar condicionamento físico do candidato, pois o cargo exige disposição, atenção e reflexos rápidos. Já o exame psicológico serve para comprovar se o candidato está apto a exercer a profissão sem correr riscos.

 

Quais são as funções do soldado da Polícia Militar?

Existem várias possibilidades que variam de acordo com a demanda da Polícia Militar, como: responsável por prisões em flagrante, busca e apreensão com mandado judicial, autuação em caso de crimes e contravenções, revistas, “blitzes” e controle da população em situações de aglomeração pública – passeatas, manifestações, eventos de rua de grande porte (como carnaval, micaretas e afins). Também pode realizar investigação e delimitação processual.

 

No início, o soldado deverá participar de uma série de cursos e treinamentos, com aulas no período da manhã e tarde. Após aprender todas as habilidades necessárias, o soldado faz um estágio que dura, aproximadamente, um ano. Após esse período, o profissional pode atuar na parte operacional e, dependendo do batalhão, pode fazer turno de seis horas a pé, oito de bicicleta, 12 horas de viatura ou plantões de 24 horas, em caso de tropas especializadas.

 

Quais os benefícios de ser soldado da PM?

As principais características são: estabilidade, promoção por processo seletivo interno, meritocracia, possibilidade de crescer profissionalmente e cursos de aperfeiçoamento. Além dos direitos e benefícios especiais que a Policia Militar garante aos seus profissionais.

10 lições sobre as principais alterações do Novo CPC

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Há algumas semanas eu adiantei para vocês a importância do domínio das alterações sobre o Novo Código de Processo Civil, apontando também que traria algumas das inovações aqui.

Só para lembrar: os alunos do IOB Concursos Marcato têm à disposição, gratuitamente, as palestras dos professores Ada Pellegrini e Luiz Dellore, de onde aliás retiro 10 lições sobre as principais alterações do Novo CPC.

  1. Obrigatoriedade da ocorrência de uma audiência de conciliação e mediação antes da apresentação da contestação pelo réu;
  2. Nas ações envolvendo Direito de Família, o réu deixará de receber a contrafé no momento da citação;
  3. Possibilidade do juiz redistribuir o ônus da prova, no que vem sendo chamado de ônus dinâmico da prova;
  4. Mudança nos limites objetivos da coisa julgada;
  5. Criação do incidente de resolução de demandas repetitivas;
  6. Contagem dos prazos processuais passa a ser somente com base nos dias úteis;
  7. Penhorabilidade de salários;
  8. Fim da admissibilidade do REsp na origem;
  9. Fim da admissibilidade do RE na origem;
  10. Fim dos Embargos Infringentes.

Percebam que falei bem menos do que pretendiam ler em um rápido artigo. E o fiz propositalmente para que você, operador ou estudante de Direito, busque se informar de modo qualitativo, vez que as mudanças merecem ser conhecidas e estudadas junto aos professores de Direito Processual Civil.

Só o tema da penhorabilidade dos salários e do fim dos Embargos Infringentes já valeriam sua atenção. Não perca mais tempo: reserve uma hora do seu dia para ouvir a palestra do professor Luiz Dellore, que tem sua primeira parte totalmente gratuita para não alunos no site do IOB Concursos. Bons estudos!

 

Por Leonardo Pereira

 

Artigo sobre Redução da Maioridade Penal por Leonardo Pereira

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Este não é um artigo técnico científico que trará a análise do Direito Comparado para justificar, ou não, a redução da maioridade penal. Esqueça. Aqui eu o provocarei ao óbvio, ao claro que passa à frente e não mais percebemos.

Estamos de tão modo torpes, rebaixados à tamanha pequenez diante dos descalabros públicos, imaginando-nos náufragos em oceano poluto, sem esperança, que a notícia da redução da menoridade penal parece-nos um relicário de legisladores em cruzada pelo bem.

Francamente, como diria um grande amigo, “piada, né, meu amigo?”.

Nosso problema é educação.

Quem não viu a reportagem do Juiz Federal Sueco e sua rotina de trabalho?[i]   O que deveríamos saber sobre o múnus público é negligenciado, permitindo que em ano de arroxo fiscal, a corte nababesca do legislativo esteja a aprovar aumento nas contas públicas,[ii] e continue desfrutando de imóveis que nem mesmo deveriam existir.[iii] Somos tão rasos que não conseguimos analisar o impacto na educação, no transporte e na saúde das verbas que foram desviadas em um único escândalo público.

Não estou defendendo que o Brasil não deva discutir a questão da redução da menoridade penal, até mesmo porque se utilizarmos o critério das sociedades mais experientes, veremos que Europa, Ásia e até EUA adotam termos de responsabilização que marcam o início da imputação penal para bem antes dos 16 anos na maior parte dos casos.

A análise poderia muito mais guardar relação com a mudança no comportamento das sociedades, a ausência crescente da figura materna em casa, a velocidade das informações na internet… enfim, o jovem de fato mudou e pode ser sim necessário mudar o critério de valoração de sua capacidade de avaliar o certo e o errado.

Mas tão forte quanto essa discussão deveria ser como podemos melhorar o ensino nas escolas, projetar efeitos para jovens que não são reprovados em suas avaliações, em como as creches públicas estão recebendo crianças oriundas de famílias desestruturadas e de como estão sendo transferidas para as escolas particulares as responsabilidades da família de educar uma criança.

Estudei Direito Constitucional com um dos maiores nomes anônimos da disciplina. Seu nome é Márcio Luis de Oliveira e das classes dele, no extinto curso Praetorium, aprendi, antes mesmo de o STF começar a dizer, que as cláusulas pétreas não estariam restritas ao art. 5º da Constituição.

E se o avanço da “teoria da irrestrição das cláusulas pétreas” ao art. 5º ganhou força até em matéria tributária, não consigo imaginar sua não aplicação aos direitos e garantias individuais. Para ajudar, lembro a redação do art. 60 da CF:

§ 4º – Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:
I – a forma federativa de Estado;
II – o voto direto, secreto, universal e periódico;
III – a separação dos Poderes;
IV – os direitos e garantias individuais.

Se assim analisarmos, a aprovação pela CCJ do Senado da redução da menoridade penal mais parece uma manobra de acobertamento política para as notícias que deveriam tomar conta dos noticiários. Não vejo como ser aprovada a redução, pois estaríamos violando cláusula pétrea da Constituição, visto que consideramos a menoridade uma garantia inquestionável.

Reparem que, tal como no art. 228 da CF, falamos na inimputabilidade antes dos 18 anos no Código Penal e também no ECA. Valorávamos muito, à época da Assembleia Nacional Constituinte, a guarida aos jovens, por razões claras de um povo que acabava de sair do regime militar. Como eu sugeri linhas atrás, ainda precisamos amadurecer muito enquanto sociedade.

Mas do meu ponto de vista, tal amadurecimento não virá da redução da menoridade penal. Com isso, penso, estamos erguendo outro prédio com areia de praia. Uma hora, irá ruir e tal como sempre fizemos, forçaremos o fatídico legislador a criar regras ainda mais severas para seres humanos ainda mais jovens.

Se temos bons exemplos a seguir, que sejam concatenados com o que fizeram tais sociedades mais maduras, investindo em educação, em valoração da probidade, da exaltação da lisura. Chega de ser o país do Gerson, chega de ser a terra do Sarney e do Maluf.

 

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Leonardo Pereira

 

LEONARDO PEREIRA é Advogado graduado pela PUC de Minas Gerais. Possui pós-graduação em Direito Público e em Direito Privado, ambas pelo Instituto Metodista Isabela Hendrix. Mestre em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito Milton Campos. Ex-Diretor de Ensino do Praetorium, Instituto de Pesquisa, Ensino e Atividade de Extensão em Direito. Atualmente é Diretor Acadêmico do IOB Concursos Marcato.

 

 

 

[i] http://blogdofred.blogfolha.uol.com.br/2013/10/20/juiz-sueco-usa-bicicleta-e-trem-para-ir-a-corte-presidencia-do-trf-3-usa-carro-sueco-de-luxo/comment-page-1/

[ii] http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/04/1611502-congresso-aprova-projetos-com-custo-extra-de-r-36-bi.shtml

[iii] http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/03/1607271-ex-deputados-ainda-nao-devolveram-apartamentos-funcionais.shtml

Como afastar a negatividade de seus estudos

Para ter uma boa produtividade e garantir horas de estudos eficientes é necessário estar com uma boa energia. Somente assim, sua mente irá fluir de uma forma leve.

Não é muito raro se deparar com explosões de raiva, palavrões, nervosismo e impaciência. Nem precisamos dizer o quanto essas emoções são prejudiciais, ainda mais para quem está se preparando para concorrer uma vaga em um concurso público.

Além disso, os impactos do negativismo vão bem além da vida profissional, eles afetam sua saúde e vida social. Mas como é possível afastar a energias negativas?

A resposta é: disciplina.

É preciso analisar nossas atitudes, como vemos o mundo e as pessoas que estão a nossa volta. Pensamentos negativos podem surgir em nossa mente em qualquer momento, mas temos que ter a iniciativa de afastá-los.

A solução não é somente comportamental ou espiritual, mas também confirmada pela ciência. Acontece que quando mudamos de atitude, toda a ação gera memórias nas nossas células que aos poucos vão substituindo as antigas.

Para ajudar nesse processo, separamos algumas dicas para afastar todo tipo de negatividade de seus estudos, confira:

1 – Visualização
Essa técnica é muito utilizada por esportistas que, por exemplo, visualizam seus futuros troféus, enquanto treinam. Para o concurseironão é muito diferente. Visualize o quanto deseja a vaga e os benefícios que isso trará em sua vida.

Utilize também esse método para afastar a negatividade, eliminando sentimentos de ódio, medo, abandono, vergonha, entre outros, que vem acumulando ao longo dos anos.

2 – Pessoas Negativas
Outra medida é afastar pessoas negativas o máximo que puder. Isso é possível até certo ponto, afinal, não dá para nos isolarmos completamente e nem é o objetivo. Existem pessoas que estão presentes em nosso cotidiano, neste caso, não alimente os comentários negativos e nem dê combustível para que as pessoas continuem falando coisas ruins perto de você.

3 – Menos Informação
Estar bem informado é muito bom, mas nem todo tipo de notícia deve ser consumida com frequência. Afaste-se de noticiários sensacionalistas que estão sempre carregados com informações negativas que nos colocam em um estado emocional desconfortável. As pessoas se sentem atraídas em assistir notícias ruins, pois é um reflexo da negatividade que existe em nossa sociedade. Tente quebrar esse ciclo e se mantenha informado somente sobre as coisas que são pertinentes em sua vida.

4 – Pense em coisas positivas
Uma dica é visualizar sentimentos como: força pessoal, amor, aceitação e paz. Interiorize como se esses sentimentos estivessem ocupando todo seu ser, envolvendo e preenchendo seu corpo. Repita esse processo sempre que sentir a desmotivação chegar!

5 – Elimine sentimentos ruins
Muitas pessoas preferem não lembrar de experiências negativas com medo de vivê-las novamente.

Eliminar sentimentos ruins não significa que você terá de experimentá-los novamente. A sensação de eliminar medo ou raiva serve apenas para alívio. Perdoe tudo e todos que já te fizeram mal algum dia, tire esse peso das costas e se sentirá mais leve.

 

Quando estiver se sentindo melhor e mais positivo, terá mais energia para alavancar nos estudos. Pegue seus materiais, seu plano de estudo e comece agora se preparar com o IOB Concursos!

Exame da OAB – Questão Comentada: Processo Penal

Exame Alternativa

 

Este final de semana tomava um café com um grande processualista penal e, não perdendo a oportunidade de tomar emprestado o conhecimento que lhe aflora sobre o tema, abri o computador e pedi que me ajudasse com o comentário da questão da semana. Aleatoriamente abri a questão 68 da prova tipo 01, IX Exame da FGV.

 

“Joel foi condenado pela prática do crime de extorsão mediante sequestro. A defesa interpôs recurso de Apelação, que foi recebido e processado, sendo certo que o tribunal, de forma não unânime, manteve a condenação imposta pelo juízo a quo. O advogado do réu verifica que o acórdão viola, de forma direta, dispositivos constitucionais, razão pela qual decide continuar recorrendo da decisão exarada pela Segunda Instância. De acordo com as informações acima, assinale a alternativa que indica o recurso a ser interposto.

A) Recurso em Sentido Estrito.

B) Recurso Ordinário Constitucional.

C) Recurso Extraordinário.

D) Embargos Infringentes.”

 

Em relação à alternativa A, temos que o Recurso de Sentido Estrito é cabível das decisões do juízo de primeiro grau, nas estritas hipóteses do art. 581 do CPP, aqui transcrito:

Art. 581.  Caberá recurso, no sentido estrito, da decisão, despacho ou sentença:I - que não receber a denúncia ou a queixa; II - que concluir pela incompetência do juízo; III - que julgar procedentes as exceções, salvo a de suspeição; IV – que pronunciar o réu; V – que conceder, negar, arbitrar, cassar ou julgar inidônea a fiança, indeferir requerimento de prisão preventiva ou revogá-la, conceder liberdade provisória ou relaxar a prisão em flagrante. VII - que julgar quebrada a fiança ou perdido o seu valor; VIII - que decretar a prescrição ou julgar, por outro modo, extinta a punibilidade; IX - que indeferir o pedido de reconhecimento da prescrição ou de outra causa extintiva da punibilidade; X - que conceder ou negar a ordem de habeas corpus; XI - que conceder, negar ou revogar a suspensão condicional da pena; XII - que conceder, negar ou revogar livramento condicional; XIII - que anular o processo da instrução criminal, no todo ou em parte; XIV - que incluir jurado na lista geral ou desta o excluir; XV - que denegar a apelação ou a julgar deserta; XVI - que ordenar a suspensão do processo, em virtude de questão prejudicial; XVII - que decidir sobre a unificação de penas; XVIII - que decidir o incidente de falsidade;  XIX - que decretar medida de segurança, depois de transitar a sentença em julgado; XX - que impuser medida de segurança por transgressão de outra; XXI - que mantiver ou substituir a medida de segurança, nos casos do art. 774; XXII - que revogar a medida de segurança; XXIII - que deixar de revogar a medida de segurança, nos casos em que a lei admita a revogação; XXIV - que converter a multa em detenção ou em prisão simples.                                    

 

Desse modo, errada a colocação, pois não prevista a hipótese dentre as inúmeras alternativas trazidas pela lei processual.

 

Sobre o Recurso Ordinário Constitucional, temos o seu cabimento acontece com a denegação de HC e MS nas hipóteses indicadas nos artigos 102, II e 105, II, ambos da CF, o que não os torna aplicáveis à espécie recursal da questão. Logo, errada também a alternativa.

 

Quanto ao Recurso Extraordinário é cabível se exauridos os recursos ordinários disponíveis ou nos caso da CF, pelo artigo 102, III, neste caso transcrito:

III – julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição; b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal; c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal.

 

Logo, Gabarito Oficial D, confirmando a análise realizada sobre as alternativas. Além de fácil, confirma a teoria de que dominando-se a Constituição, o resultado geral em qualquer prova é bem otimizado.

 

Bons estudos!

 

foto_leonardo_pereiraLEONARDO PEREIRA é Advogado graduado pela PUC de Minas Gerais. Possui pós-graduação em Direito Público e em Direito Privado, ambas pelo Instituto Metodista Isabela Hendrix. Mestre em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito Milton Campos. Ex-Diretor de Ensino do Praetorium, Instituto de Pesquisa, Ensino e Atividade de Extensão em Direito. Atualmente é Diretor Acadêmico do IOB Concursos Marcato.

 

Dicas de como se portar no exame psicotécnico de concursos públicos

certo ou errado

Muitas pessoas não pensam sobres as avaliações de personalidade em processos seletivos de concursos, afinal tudo parece muito simples. Porém, é necessário ter atenção nesse assunto, pois exames psicotécnicos chegam a eliminar cerca de 20% da concorrência em concursos públicos.

O nervosismo é o pior inimigo dos candidatos. Por isso, as principais dicas para realizar o exame tranquilamente é se manter equilibrado, realizar algumas técnicas de respiração, caso o nervosismo apareça e, também, é extremamente importante dormir bem na noite anterior e cuidar da alimentação.

Jamais procure técnicas de como burlar os exames, pois existe o risco de serem fraudes e só atrapalham. Muitas pessoas chegam a fazer o exame “treinadas demais”, sem transparecer a espontaneidade, o que pode comprometer a conquista da vaga.

É preciso ficar atento aos detalhes do edital e da prova. A reprovação no teste psicológico, porém, não significa que o candidato seja incapaz de trabalhar, mas que ele não atendeu aos parâmetros exigidos no edital daquele cargo em questão.

 

E qual a importância do exame psicotécnico em concursos públicos?

Os exames existem para comprovar se o candidato está apto a exercer a profissão sem correr riscos.

Por exemplo, um candidato que concorre à uma vaga de policial não pode ser impulsivo demais, porém, precisa ter um nível mínimo de agressividade.

 

Geralmente, os exames psicotécnicos são feitos para avaliar as seguintes características dos concurseiros: agressividade, tomada de decisão, impulsividade, capacidade intelectual, raciocínio lógico, raciocínio verbal, memória visual, controle emocional, relacionamento interpessoal.

Portanto, existem algumas dicas que podem ser aplicadas para realizar o exame com mais naturalidade e calma, confira:

- Seja o mais natural possível
- Supere o medo e não deixe se tomar pelo nervosismo.
- Evite os conflitos emocionais
- Não crie fantasias

Livros de Direito Administrativo para concursos públicos

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A disciplina de Direito Administrativo é cobrada com bastante frequência em concursos públicos e dominar as principais leis e conceitos é imprescindível para conquistar um resultado positivo.

 

Concursos abertos como o Ministério Público do Estado de São Paulo e Tribunal Regional Federal da 1ª Região vão incluir a disciplina na avaliação objetiva. Pensando nisso, separamos alguns livros de Direito Administrativo específicos para concursos públicos. Confira:

 

Direito Administrativo Cespe

É fundamental conhecer a banca organizadora da seleção que você vai participar e o Cespe/UnB vai organizar o concurso do TRF1, por isso o livro Direito Administrativo Cespe de Gustavo Barchet é uma ferramenta complementar para a preparação para essa seleção. O livro aborda algumas das principais provas elaboradas pela organizadora com comentários dos autores sobre todas as questões e pontos de direito administrativo, além de concentrar tópicos mais questionados pela instituição, dentro do enfoque no qual eles são exigidos.

“Direito Administrativo Cespe”, de Gustavo Barchet (Editora Campus)

 

Direito Administrativo: Nível Médio & Superior

O livro possui conteúdo sobre direito administrativo direcionado para os principais concursos de níveis médio e superior como: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobrás, Correios, INSS, Banco Central do Brasil, Tribunais de Justiça, Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar.

“Direito Administrativo: Nível Médio & Superior – Coleção Concursos Públicos”, de Fabrício Bolzan de Almeida (Editora Saraiva).

 

Direito Administrativo FCC

A FCC (Fundação Carlos Chagas) é uma das principais bancas de concursos públicos do Brasil e já organizou seleções dos principais Tribunais de Justiça estaduais e do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). A obra apresenta questões de concursos comentadas e organizadas por temas que mostram a forma como a banca aborda os temas de direito administrativo.

“Direito Administrativo FCC” – Questões de Concursos com Gabaritos, de Gustavo Barchet (Editora Campus).
Direito Administrativo Descomplicado

Direito Administrativo Descomplicado dos autores Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo aborda a matéria de direito administrativo contemplando o conteúdo de editais de vários concursos públicos. Além disso, estão selecionadas nessa obra questões de provas de grandes bancas examinadoras, facilitando a preparação do candidato.

“Direito Administrativo Descomplicado” – Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo (Editora Método).

 

O Novo Código de Processo Civil e sua Vida de Concurseiro

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Poucos sabem, ou mesmo se lembram, que em 1969, por meio do Decreto-Lei 1004, o Brasil publicou um novo Código Penal que, após 9 anos em vacatio legis, foi revogado sem nem mesmo entrar em vigor.

Não esperamos que o mesmo aconteça e até achamos impossível que o mesmo ocorra, mas o estudante precisa ter esse dado em mente quando estudar o novo Código de Processo Civil para os concursos que virão.

Com a mesma intenção, outro dia fui advertido por uma aluna: “como espera que os concurseiros sejam avaliados por sua futura e próxima atuação, sem conhecerem os termos do novo código??” – com alterações. Ela estava certa.

Por mais cauteloso que eu pudesse ser em minha afirmação sobre achar temerário que concursos passem a exigir os conhecimentos do novo código, cumulando assim mais uma matéria aos já vastos programas de concursos, verdade é que isso pode acontecer, e para isso o candidato precisa estar preparado.

Considerando um ano para entrar em vigor a contar de 16 de março de 2015, período que muitos juristas consideram pouco para uma norma que, mesmo não sendo absolutamente nova, causará muito impacto no ordenamento, precisamos nos organizar para, de acordo com o nível de importância do Direito Processual Civil no edital, é importantíssimo conhecer as principais mudanças (tema do próximo artigo).

Proponho assim a seguinte tabela para tentar ajudar os estudantes, equilibrando os níveis de preocupação.

 

Tipo de Concurso Magistratura, Ministério Público, Defensoria Delegado de Polícia, Analistas Jurídicos de Tribunais, Auditores, Analistas Administrativos de Tribunais Técnico
Grau de conhecimentoque pode seresperado do candidato Alto – Completo Alto – Parcial Médio Baixo
Ações para se Capacitar diante do novo texto (considerando pleno preparo do texto anterior), artigos jurídicos Cursos completos e congressos sobre pontos de discussão, posições jurisprudenciais consolidadas Cursos com pontos relacionados aos editais, palestras rápidas com as principais alterações. Palestras rápidas com as principais alterações, textos publicitários, leitura do novo texto à luz do edital. Quando cobrado, ler a nova e a velha lei, caso o edital deixe claro que cobrará as duas formas.

 

Por que tanta cautela? O Código de Processo Civil em vigor ainda é o de 1939 e assim ainda se posicionarão muitas bancas. Bons estudos!

Nova Lei: Feminicídio – Direito Penal

Por Luciana Pimenta

 

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A Lei 13.104/2015 alterou o Código Penal para incluir dentre as modalidades de homicídio doloso qualificado (art. 121, VI, CP) a morte de mulher por razão da condição do sexo feminino.

 

Para explicar o que seria esse motivo – em razão da condição do sexo feminino – o legislador incluiu um § 2º-A no art. 212, nos seguintes termos:

 

Considera-se que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve:

I – violência doméstica e familiar;

II – menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

 

Sempre que uma mulher for vítima de um homicídio doloso em razão de violência doméstica e familiar contra a mulher ou em razão de menosprezo ou discriminação estará consumado o crime de feminicídio.

 

Além do crime de feminicídio, a lei ainda trouxe três situações em que a pena será majorada, de 1/3 até a 1/2. São elas: se a morte acontecer contra gestante ou em até 3 meses após o parto; contra vítima menor de 14 anos, maior de 60 anos ou portadora de deficiência; ou ainda a morte aconteça na presença de ascendente ou descendente da vítima.

 

Por fim, importante destacar que o feminicídio é crime hediondo, tendo sido feita a sua inclusão no rol do art. 1º, da Lei 8.072/90, respeitando o critério da legalidade da norma penal.

 

Sobre a autora

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Advogada, coordenadora pedagógica e revisora textual. Autora dos livros “Tributário para quem odeia Tributário” e “Empresarial para quem odeia Empresarial” da editora Saraiva.

O que faz um Analista Ambiental?

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Um analista ambiental é o profissional responsável basicamente por diminuir os impactos ambientais decorrentes do crescimento urbano e, principalmente, do industrial.

 

São profissionais requisitados em concursos do Ibama, do Serviço Florestal Brasileiro e até mesmo nas esferas Estaduais e Municipais. Geralmente a formação exigida é de nível superior, mas alguns concursos exigem a formação em Biologia, Biomedicina e até mesmo Química.

 

Nas esferas municipais existe o cargo de Técnico Ambiental, que estabelece formação de nível médio e sua função é de auxiliar os analistas ambientais. Ainda nesta esfera, os salários variam de R$ 1.200 a R$ 2.000. Para os concursos do Ibama ou Serviço Florestal de nível superior o salário pode ultrapassar R$ 6.000.

 

É dever do analista ambiental manter o controle dos ecossistemas, sendo fundamental a análise de vários locais, através de amostras de solo e água. O conhecimento da Legislação Ambiental é uma das principais habilidades que este profissional deve desenvolver.

 

Além das leis ambientais, que variam de acordo com o órgão, o candidato deve estudar também as disciplinas de Português, Noções de Direito Constitucional e Administrativo, História e Geografia. Além disso, muitos editais exigem conhecimentos ambientais relacionados economia e meio ambiente.

 

Além de qualquer apostila ou aula, é preciso amar e conhecer a natureza, pois este cargo é um dos que mais envolvem situações onde o profissional deverá ter mais do que conhecimentos, mas possuir também iniciativa e proatividade a favor de um bem comum.